Uma entrada escondida por de trás de uma praça, parecia propositado em uma escadaria que te coloca frente as portas das casas incríveis das pessoas. Acredito que pelo turismo ser tão intenso deve ter um acordo em comum para evitar o acesso da maior parte dos visitantes, como por toda a costa que parece estar sendo privatizada não que isso seja errado uma vez que as pessoas de passagem não tem compromisso pela manutenção do ambiente e trazem uma sujeira, pensando que mesmos os nativos da França são impedidos de aproveitar essas maravilhas do território, somente um Frances que se sinta em plenitude com os direitos e acessos do país vai transitar em caminhos que pouco a pouco vão sendo limitados aos Frances comum “Proletário” aos descendentes “Mestiços” e principalmente os “Imigrantes” essa é a realidade desta costa magnifica que esta sendo fechada aos que não ousam.
Lucas Francisco Rocha
Um eterno aprendiz, buscando conhecer o mundo e tentando entendê-lo em minhas viagens. Reunindo referências e admirando desenvolvimentos, para redimir as minhas faltas que se acumulam. Interagindo com as existências, buscando me desprender do que me tira a expressão e do que inibe expressivamente a outrem, nessas transmissões de consciência coletáveis e coletivas, que nos permear constantemente, busco o essencial.
Hoje para a vida Digital, o entendimento que não nos pertence, mas nos é familiar, se faz “aprendizados” que se diluem em contração nos consumindo, e se reproduzem em expansão vitalizando, perpetuando e impulsionando as ordens diversas sobre os caos.
Reativar o “senso” para executar uma síntese própria, dar essência a caminhada e a busca constante, conceitualizar e aplicar na consolidação de um bem estar real, que permita coordenar um ambiente propício para a síntese de meus projetos, focando nas boas práticas, estabelecer um MÉTODO próprio replicável, que inspire a outros e sobretudo a mim mesmo.