Caminhadas habituais em um local diferente, paisagens dissonantes em organizações familiares, originais de uma colônia as quais prioriza aos meus empáticos, amigáveis, é preciso limitar para não abusar…de modo invasivo se instalam e buscam abrigo se aproveitando da estrutura, só sabem reclamar, se não está bom é porque não se alcança em nenhum lugar, um método de organização comunitário e de fácil adesão, silenciosa e engajada para de forma coletiva avançar sem uma sensação invejosa, infantilidades ignorantes de quem não sabe o que faz, propaga as vontades deixando magoas para traz, o que eu quero é paisagens se satisfez com sua infantilidade agora me deixe em paz.
Lucas Francisco Rocha
Um eterno aprendiz, buscando conhecer o mundo e tentando entendê-lo em minhas viagens. Reunindo referências e admirando desenvolvimentos, para redimir as minhas faltas que se acumulam. Interagindo com as existências, buscando me desprender do que me tira a expressão e do que inibe expressivamente a outrem, nessas transmissões de consciência coletáveis e coletivas, que nos permear constantemente, busco o essencial.
Hoje para a vida Digital, o entendimento que não nos pertence, mas nos é familiar, se faz “aprendizados” que se diluem em contração nos consumindo, e se reproduzem em expansão vitalizando, perpetuando e impulsionando as ordens diversas sobre os caos.
Reativar o “senso” para executar uma síntese própria, dar essência a caminhada e a busca constante, conceitualizar e aplicar na consolidação de um bem estar real, que permita coordenar um ambiente propício para a síntese de meus projetos, focando nas boas práticas, estabelecer um MÉTODO próprio replicável, que inspire a outros e sobretudo a mim mesmo.