Na natureza é difícil esquivar, entre ordens milenares o caos nos ataca e as brechas da atenção pesa sobre nossos reflexos, com atraso na resposta a beleza nos faz sofrer pela vontade de rever, contemplar e responder, todas as coisas que deveria fazer nos momentos que são presentes do passado, pensamentos se tornam retardos alados de nossas percepções…tentando responder fora das temporalidades instantâneas, os viajantes em ascensão, montanhas etéreas que se expandindo acaba por nos afasta do cume, por vezes ampliando tal condição. Reluzir internamente por pura absorção das fontes energética diretas, os consumos e ingestões ou derivativos transmitidos por irmãos e irmãs dos quais são como magnéticos ímãs completando a condução, recebem alternando as polaridades em interações nem sempre repetidas, aguardando a sincronicidade que sempre esteve aqui em plena oscilação e os que passam aleatórios se vão.
Lucas Francisco Rocha
Um eterno aprendiz, buscando conhecer o mundo e tentando entendê-lo em minhas viagens. Reunindo referências e admirando desenvolvimentos, para redimir as minhas faltas que se acumulam. Interagindo com as existências, buscando me desprender do que me tira a expressão e do que inibe expressivamente a outrem, nessas transmissões de consciência coletáveis e coletivas, que nos permear constantemente, busco o essencial.
Hoje para a vida Digital, o entendimento que não nos pertence, mas nos é familiar, se faz “aprendizados” que se diluem em contração nos consumindo, e se reproduzem em expansão vitalizando, perpetuando e impulsionando as ordens diversas sobre os caos.
Reativar o “senso” para executar uma síntese própria, dar essência a caminhada e a busca constante, conceitualizar e aplicar na consolidação de um bem estar real, que permita coordenar um ambiente propício para a síntese de meus projetos, focando nas boas práticas, estabelecer um MÉTODO próprio replicável, que inspire a outros e sobretudo a mim mesmo.